O Alcorão é Palavra de Muhammad ou de Deus?


1- Na verdade a natureza do Alcorão é totalmente diferente da natureza de dizeres de Muhammad – paz e bênçãos de Deus estejam sobre ele –; e se formos a voltar nós livros de narrações proféticas que englobam os seus dizeres – paz e bênçãos de Deus estejam sobre ele – para compará-los com os do Alcorão Sagrado observaremos diferença clara em todos aspectos como, na técnica de expressão e nos conteúdos. As narrações de Profeta – paz e bênçãos de Deus estejam sobre ele – são repletas de linguagem corrente e de instrução, e discursos que a totalidade de seus sentidos e significados são de características relacionadas à natureza e ambiente dos árabes, o que é contrário do Alcorão, cuja natureza não é similar à de nenhuma dos árabes.

 

2- O leitor durante a leitura de dizeres do Profeta constata nela a natureza humana e personalidade que é alcançada pelo medo, e é fraca em relação à Deus, ao contrário do Alcorão que os seus versículos ilustram ao leitorde O Ser de grandeza, Justo, Criador e Misericordioso, que não Se torna fraco mesmo em lugares para sentir a misericórdia; portanto se o Alcorão fosse palavra de Muhammad – paz e bênçãos de Deus estejam sobre ele – a sua forma não diferia com a natureza dos seus dizeres. E segundo os conhecedores da escola de formalização da gramática árabe em Basra, é dentre as coisas impossíveis que a única pessoa possuía dois métodos de ilustração havendo no meio deles uma grande diferença.

 

3- Muhammad – paz e bênçãos de Deus estejam sobre ele – é iletrado, não estudou; é imaginável que ele traga esta inimitabilidadade celestial completa sem simples deficiência e declarar a grandeza desta lei que não foi comum para os muçulmanos e nem para os não muçulmanos?

 

E como é que conseguiu este iletrado trazer este Alcorão caracterizado de inimitabilidadade linguística, a única não comum e  legislatura, socialmente, economicamente, religiosamente completa… é possível que este livro seja sua obra?

 

4- Por certo a doutrina do Alcorão completa engloba todo o universo, a vida, o pensamento, a convivência, a guerra, o matrimônio, a adoração e a economia ..se fosse obra de Muhammad – paz e bênçãos de Deus estejam sobre ele, então, ele não seria dentre os homens.

 

 

Na verdade, estas regras, estas legislações e princípios, as grandes instituições de diversas culturas e civilizações e nas diversas áreas de especialidades avançadas no mundo inteiro, e com facilidade de tempo e qualquer tipo de obra não podem trazê-los. Não será  o único homem, mesmo com sua vasta inteligência e civilização, que poderá trazê-los organizados em uma doutrina única, e o que será do seu todo, com as suas partes, variedades e propósitos?! Ou é do alcance do iletrado trazer um princípio que engloba o total de assuntos de universo..?

 

5- Porque compilaria o Profeta – paz e bênçãos de Deus estejam sobre ele – o Alcorão e não atribuiria a sua autoria à ele mesmo?

 

Seria mais grandeza,  clareza e relevância para ele se trouxesse este trabalho que a humanidade toda não pode trazê-lo, mas na verdade é um trabalho além da sua capacidade, cujo nível não é de alcance do homem; então qual seria o propósito de Muhammad – paz de Deus esteja sobre ele – de compilar o Alcorão – enquanto é um grande trabalho e não se atribuir a sua autoria?

 

6- Há no Alcorão sagrado histórias de antepassados que em muitas obras são afirmdas acontecimentos que diferem com o diário de Muhammad – paz e bênçãos de Deus estejam sobre ele.

 

E consta nele milagres científicas do universo, da vida e de cômputo.

 

Como um homem iletrado pode ter conhecimento que a quantidade de atmosfera no céu diminui o seu grau que deixa o peito de uma pessoa apertada?

 

Ou como soube que o sol é a lua prostram-se no universo?

 

7- No Alcorão sagrado existem (versículos de) reprimenda contra Muhammad – paz e bênçãos de Deus estejam sobre ele – em diversas partes, por exemplo:

 

*No Capítulo completo de nome Abassa, a partir do seu versículo: {Tornou-se austero e voltou as costas (1) Quando o cego foi ter com ele (2) E quem te assegura que não poderia vir a ser agraciado (3) Ou receber (admoestação) e, a lição lhe será proveitosa? (4) Quanto ao opulent (5) Tu o atendes (6) Não tens culpa se ele não crescer (em conhecimentos espirituais) (7) Porém, quem a corre a ti (8) E é temente (9) Tu o negligenciais! (10).

 

E no Capítulo de Tawbah, versículo 43: {Deus te indultou! Por que os dispensaste…}

 

No Capítulo de Imran, versículo 161: {É inadmissível que o profeta fraude…}

 

No Capítulo de Anfaal, versículo 67: {Não é dado a profeta algum fazer cativos, antes de lhes haver subjugado inteiramente a região. Vós (fiéis), ambicionais ofútil da vida terrena; em troca, Deus quer para vós a bem-aventurança do outro mundo, porque Deus é Poderoso, Prudentíssimo}.

 

No Capítulo de Tawbah, versículo 113: {É inadmissível que o Profeta e os fiéis implorem perdão para os idólatras, ainda que

estes sejam seus parentes carnais, ao descobrirem que são companheiros do fogo}.

 

No Capítulo de Thahriim, versículo 1: {Ó profeta, por que te absténs daquilo que Deus te concedeu, procurando, com isso, agradar as tuas esposas, quando sabesque Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo?}.

 

Com estas e muitas outras reprimendas; é justo que Muhammad – paz e bênçãos de Deus estejam sobre ele – compile um livro que condena a sua própria pessoa?

 

E algumas práticas que Muhammad – paz e bênçãos de Deus estejam sobre ele – fez arbitrariamente com seus companheiros sendo por isso a razão (de Ddeus de troca de alguns versículos do Alcorão para que não se sentissem desesperados; se o Alcorão fosse sua obra não faria do jeito igual ou outro.

 

8- Outra evidência: aconteciam incidentes para Muhammad – paz e bênçãos de Deus estejam sobre ele – cujo propósito era de lhe levar ao discurso, e objetivo do Profeta era de ser contínuo (na propagação) e se tudo fosse da sua alcance teria sempre palavra e oportunidade, mas na verdade passava dias e noites acima de dias e noites sem pelo menos versículo para recita-lo para as pessoas.

 

E assim te revelamos um Alcorão árabe para que admoestes a Mãe das Metrópoles e tudo ao seu redor, admoesta-os, portanto, quanto ao dia indubitável do comparecimento, em que uma parte (da humanidade) estará no Paraíso e outra notártaro. (Capítulo de Ash-Shura, versículo 7).

 

  • Referência: livro “الإسلام في قفص الاتهام” p 24-28. De autoria de شوقي أبو خليل.




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